Cuito - O director de comunicação institucional e imprensa da delegação provincial do ministério do Interior no Bié, inspector-chefe José Campinãla Daniel, confirmou hoje (terça-feira), na cidade do Cuito, a existência de dificuldades na gestão da população penal, dado excesso de lotação que se regista na cadeia da Comarca da região.
Em declarações à Angop, José Campinãla Daniel sublinhou que o excesso de presos cria, sobretudo, transtornos na acomodação dos reclusos, uma vez que encontram-se nela actualmente 723 presos, num estabelecimento concebido apenas para 250 detidos, dai que a situação preocupa, em grande medida, as autoridades governativas e a sociedade civil no geral.
Apesar de alguns problemas que ainda enfrentam, acredita que estão no bom caminho, pelo que apelou às forças da ordem e a população, principalmente os jovens, no sentido de contribuírem no combate à criminalidade, a violência e a imigração, assim como da sinistralidade rodoviária.
Apesar de alguns problemas que ainda enfrentam, acredita que estão no bom caminho, pelo que apelou às forças da ordem e a população, principalmente os jovens, no sentido de contribuírem no combate à criminalidade, a violência e a imigração, assim como da sinistralidade rodoviária.
A fonte referiu ainda que, neste momento, a delegação provincial do Interior controla 872 reclusos, entre os quais 723 estão acomodados no estabelecimento prisional do Cuito, 149 outros na cadeia do Capolo, situado na comuna da Chicala, a cerca de 60 quilómetros da capital biena.
Entretanto, a província do Bié vai, nos próximos tempos, ganhar um novo estabelecimento prisional, que está a ser construído no centro administrativo do Cuquema, 18 quilómetros a oeste da cidade do Cuito, com capacidade para albergar mil e 500 reclusos.
Entretanto, a província do Bié vai, nos próximos tempos, ganhar um novo estabelecimento prisional, que está a ser construído no centro administrativo do Cuquema, 18 quilómetros a oeste da cidade do Cuito, com capacidade para albergar mil e 500 reclusos.
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